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“Achei que a minha queda de cabelo era normal”: dois casos reais de alopecia feminina com diagnóstico

Dr. Augusto Guerreiro

Dr. Augusto Guerreiro

Diretor Clínico e Especialista em Dermoestética e Transplantes Capilares

O Dr. Augusto Guerreiro domina as técnicas mais inovadoras de transplante capilar e está sempre a par das novas tendências de dermoestética. É conhecido por conseguir resultados naturais de excelência. Conheça melhor o Dr. Guerreiro.

É normal perder alguns fios de cabelo todos os dias. Em média, podem cair cerca de 50 a 100 fios, sobretudo ao lavar, pentear e secar o cabelo.

Mas quando está sentada a trabalhar e vê fios a cair sobre a roupa, passa a mão pelo cabelo e ficam cabelos soltos entre os dedos ou encontra fios presos na camisola, no casaco e na almofada ao longo do dia, recomenda-se uma avaliação médica. Pode tratar-se de alopecia feminina ou de outra alteração capilar que exige acompanhamento.

Neste artigo, conheça dois casos reais acompanhados na Clínica LHR. Explicamos o diagnóstico de cada paciente, os tratamentos definidos e porque é que a queda de cabelo persistente merece atenção médica.

Quando a queda de cabelo feminina deixa de ser apenas uma fase?

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A queda de cabelo pode estar associada a momentos de maior stress, alterações hormonais, pós-parto, défices nutricionais, medicação, menopausa ou fatores genéticos.

Em algumas mulheres, a queda diminui de uma forma muito súbtil. Noutras, ganha continuidade e começa a alterar a densidade do cabelo.

Na consulta de Medicina Capilar da Clínica LHR, é comum recebermos mulheres que descrevem uma mudança lenta: o rabo de cavalo tornou-se mais fino, as têmporas ficaram mais expostas ou o couro cabeludo passou a ficar mais visível em fotografias e sob luz direta.

Uma avaliação capilar permite analisar o padrão de queda, a qualidade dos fios, a densidade em diferentes zonas do couro cabeludo e os fatores que podem estar associados à alopecia feminina.

Caso real 1: transplante capilar para redução da linha frontal

A primeira paciente chegou à Clínica LHR com uma preocupação muito concreta: a linha frontal era alta e criava uma desproporção visível no terço superior do rosto.

Tinha 28 anos, apresentava um padrão feminino de alopecia e queria melhorar a forma como o cabelo enquadrava o rosto.

O seu principal desconforto estava relacionado com a exposição da testa, sobretudo quando prendia o cabelo ou usava penteados afastados da cara.

A consulta permitiu-nos avaliar a linha frontal, a densidade existente e a área dadora, para definir uma solução adequada à anatomia facial e à evolução capilar esperada.

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Antes do transplante capilar: linha frontal alta e desproporcional ao rosto

Uma linha frontal alta pode ser uma característica natural, mas também pode influenciar a forma como a paciente se vê ao espelho.

Neste caso, a paciente sentia que a testa assumia demasiado protagonismo e que a linha capilar não acompanhava o equilíbrio do rosto. A avaliação mostrou-nos que existia margem para realizar um transplante capilar com objetivo de redefinir a linha frontal.

No planeamento procurámos criar uma transição suave, com uma densidade progressiva e um desenho compatível com um padrão feminino.

Diagnóstico capilar: redefinir e harmonizar a linha frontal

O diagnóstico orientou o tratamento para a redução da linha frontal e para a harmonização do enquadramento facial.

Em casos como este, o transplante capilar exige um desenho muito personalizado. A linha frontal deve respeitar a anatomia, a idade, a espessura do cabelo e a possibilidade de evolução futura da densidade.

Nota do Cirurgião: “O desenho da linha frontal tinha de acompanhar o rosto da paciente e respeitar a sua identidade. Com o plano de distribuição dos folículos conseguimos criar uma transição delicada entre a testa e o cabelo, com um resultado harmonioso.” Dr. Augusto Guerreiro, Diretor Clínico da LHR

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Plano de tratamento para a queda de cabelo e melhoria da linha frontal

O plano definido na Clínica LHR incluiu:

  • Implantação de cerca de 2 380 unidades foliculares;
  • Redefinição e harmonização da linha capilar;
  • Crescimento estimado de cerca de 4 700 novos fios de cabelo;
  • Minoxidil tópico a 5%;
  • Suplementação com biotina;
  • Terapia de PRP trimestral para apoiar o crescimento e a manutenção da densidade.

O transplante capilar foi integrado numa estratégia de acompanhamento médico, com atenção à saúde do cabelo existente e à preservação dos resultados ao longo do tempo.

Depois do transplante capilar: uma linha frontal mais equilibrada

Com o crescimento dos folículos implantados, a paciente passou a ter uma linha frontal mais equilibrada e ajustada à proporção do rosto.

A melhoria foi além da densidade: o cabelo passou a enquadrar o rosto de outra forma, permitindo maior conforto com penteados que antes deixavam a testa demasiado exposta.

O acompanhamento médico continuou a ser importante para manter a qualidade do cabelo e apoiar a densidade nas restantes áreas do couro cabeludo.

Caso real 2: alopecia feminina difusa com rarefação frontal e temporal

A segunda paciente tinha 42 anos e apresentava um padrão feminino avançado, com rarefação acentuada na região frontal e temporal.

Neste caso, a preocupação surgiu através de uma alteração gradual da cobertura. O cabelo começou a parecer menos denso, a linha frontal perdeu definição e as têmporas passaram a revelar maior visibilidade do couro cabeludo.

A queda de cabelo era progressiva e compatível com alopecia androgenética feminina, associada à fragilidade da densidade global.

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Antes do transplante capilar: perda de densidade progressiva

A paciente apresentava uma redução evidente da densidade em zonas muito visíveis do couro cabeludo, sobretudo junto à linha frontal e às regiões temporais.

Em casos de alopecia feminina difusa, a preocupação pode crescer ao longo do tempo. O cabelo mantém-se presente, mas passa a cobrir menos. A risca parece maior, a raiz perde volume e a luz direta torna a rarefação mais evidente.

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Diagnóstico: alopecia androgenética feminina com diminuição da cobertura

Na consulta de Medicina Capilar da LHR, a avaliação confirmou um padrão de alopecia androgenética feminina, caracterizado por uma diminuição progressiva da espessura e da densidade dos fios.

A estratégia teve em conta a necessidade de reforçar a cobertura atual e de proteger o cabelo existente.

Neste caso, o transplante capilar permitiu aumentar a densidade nas áreas prioritárias, enquanto a terapêutica médica procurou apoiar a estabilidade global do cabelo.

Plano de tratamento para alopecia feminina e queda de cabelo

O plano definido para esta paciente incluiu:

  • Implantação de cerca de 2 800 unidades foliculares;
  • Reforço da linha frontal;
  • Aumento da cobertura nas zonas de menor densidade;
  • Crescimento estimado de mais de 5 500 novos fios de cabelo;
  • Minoxidil oral e tópico;
  • Suplementação direcionada;
  • Terapia de PRP periódica para estabilizar a progressão da alopecia e apoiar a manutenção dos resultados.

A combinação entre transplante capilar e terapêutica médica permitiu criar uma abordagem adaptada à evolução da alopecia feminina desta paciente.

Depois do transplante capilar: maior cobertura frontal e temporal

O transplante capilar reforçou a linha frontal e aumentou a cobertura nas zonas temporais, áreas que tinham maior impacto na perceção de densidade e no enquadramento do rosto.

Com o crescimento progressivo dos fios implantados, a paciente passou a ter uma distribuição capilar mais equilibrada e uma menor visibilidade do couro cabeludo nas áreas tratadas.

A manutenção médica continuou a fazer parte do plano para apoiar a densidade global e acompanhar a evolução da alopecia feminina.

Porque é que duas mulheres com queda de cabelo precisam de tratamentos diferentes?

A queda de cabelo feminina pode ter causas, padrões e ritmos de evolução diferentes. Por isso, duas pacientes que dizem “estou a perder cabelo” podem precisar de estratégias muito distintas.

No primeiro caso, a principal preocupação estava relacionada com uma linha frontal alta e com a proporção facial. O objetivo do transplante capilar passou por reduzir a linha capilar e criar um enquadramento mais equilibrado do rosto.

No segundo caso, existia uma alopecia feminina difusa com rarefação progressiva na região frontal e temporal. A estratégia precisou de combinar reforço cirúrgico das zonas mais frágeis com tratamentos médicos para apoiar a densidade existente.

Na Clínica LHR, a consulta de avaliação capilar permite identificar estes detalhes antes de avançar para qualquer tratamento. O plano pode incluir observação clínica, análise da história da queda, avaliação da densidade, estudo da área dadora e definição dos objetivos realistas para cada caso.

Que tratamentos para a queda de cabelo podem ser recomendados na alopecia feminina?

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Na Clínica LHR, cada paciente realiza uma avaliação médica personalizada para identificar a causa e o padrão da queda de cabelo.

A partir desse diagnóstico, é definido o tratamento ou a combinação de terapêuticas mais adequada para controlar a progressão da alopecia, estabilizar a queda de cabelo, preservar os fios existentes e melhorar a densidade capilar.

Consoante o caso, o plano pode incluir:

  • Minoxidil tópico;
  • Minoxidil oral;
  • Terapia de PRP capilar;
  • Suplementação personalizada;
  • Tratamentos de regeneração capilar;
  • Tratamentos anti-inflamatórios ou de apoio à saúde do couro cabeludo;
  • Transplante capilar;
  • Acompanhamento médico regular.
Nota do Cirurgião: “Em algumas situações, recorro ao TrichoTest, um teste genético para ajudar-me a identificar fatores que influenciam a resposta aos tratamentos. Esta informação permite-me definir uma estratégia mais personalizada para controlar a progressão da alopecia e melhorar a densidade capilar.”Dr. Augusto Guerreiro

Quando deve marcar uma avaliação para alopecia feminina?

Uma avaliação capilar pode ser indicada quando a queda de cabelo se mantém durante vários meses ou quando existem mudanças progressivas na densidade e no volume.

Vale a pena marcar consulta se identifica:

  • Queda de cabelo persistente;
  • Risca ao meio mais larga;
  • Couro cabeludo mais visível;
  • Redução de volume junto à raiz;
  • Rarefação nas têmporas;
  • Linha frontal mais alta ou menos definida;
  • Rabo de cavalo mais fino;
  • Alterações na espessura dos fios;
  • História familiar de alopecia;
  • Mudanças no cabelo após gravidez, menopausa ou alterações hormonais.

A consulta permite identificar se a queda está associada a alopecia feminina, a alterações hormonais, a défices nutricionais, a fatores genéticos ou a outras condições que merecem acompanhamento médico.

Avaliação capilar para queda de cabelo feminina na Clínica LHR

A queda de cabelo pode começar por parecer apenas uma fase. Quando o cabelo perde densidade, volume ou cobertura de forma persistente, uma avaliação médica ajuda a esclarecer o que está a acontecer e a definir uma estratégia adaptada.

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Na Clínica LHR, cada paciente é acompanhada de forma individualizada. A avaliação inclui a análise do padrão de alopecia feminina, da qualidade capilar, da área dadora e das opções de tratamento mais indicadas para cada caso.

O primeiro passo é dar atenção aos sinais que o seu cabelo tem vindo a mostrar.

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